30 junho 2010

A vibração do cérebro e a vibração da água


O som da água bem como a imagem viva das ondulações e movimentos da superfície de um espelho d'água alteram a frequencia das ondas cerebrais. Esta alteracão representa a nível cerebral e fisiológico ao estado de meditacão. A meditação traz substanciais melhoras aos hipertensos bem como fortalece o sistema imunológico a medida que é forte agente redutor do estresse. Ao acalmar a mente nos tornamos gradativamente um melhor conhecedor de nós mesmos. A meditação pertence a humanidade. Independente da religião, tipo de crença ou tradição que você siga ou mesmo que não siga nenhuma, ela nos faz perceber a verdadeira união entre todos as pessoas, entre todos os seres vivos, entre você e o universo infinito.

 Retirado do Blog do Yogue

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Meditação e Dor

Dor menos desagradável

Pessoas que meditam regularmente têm uma sensação menos desagradável da dor porque seus cérebros antecipam menos a dor, o que diminui seu impacto emocional.

Depois de avaliar voluntários com vários graus de experiência com a meditação, de praticantes iniciantes até mestres com décadas de meditação, cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, descobriram que os meditadores mais avançados alcançam um nível suficiente para sofrer menos com a dor.

"Os resultados do estudo confirmam nossa suspeita de que a meditação pode afetar o cérebro. A meditação treina o cérebro para ter mais foco no presente e, com isso, gasta menos tempo antecipando futuros eventos negativos. Pode ser por isso que a meditação é eficaz em reduzir a recorrência da depressão, que torna a dor crônica consideravelmente pior," explica o Dr. Brown.

Meditação vista pela ciência


"A meditação está se tornando cada vez mais popular como uma forma de tratar doenças crônicas, tais como a dor causada pela artrite," diz o Dr. Christopher Brown, que conduziu a pesquisa.

"Recentemente, uma instituição de caridade de saúde mental pediu que a meditação torne-se disponível rotineiramente [no sistema de saúde] para tratar a depressão, que ocorre em até 50% das pessoas com dor crônica. Entretanto, os cientistas só agora começam a analisar a forma como a meditação pode reduzir o impacto emocional da dor," conta ele.

O estudo, que será publicado na revista médica Pain, descobriu que determinadas áreas do cérebro ficam menos ativas quando os meditadores antecipam a dor que, durante o experimento, era induzida por um pequeno laser.

Aqueles com mais experiência de meditação - até 35 anos de prática - apresentaram a menor expectativa da dor, o que levou que relatassem uma menor intensidade dessa dor.

Como a meditação modifica o cérebro


O estudo também revelou que pessoas que meditam apresentam uma atividade incomum no córtex pré-frontal durante a antecipação da dor, uma região do cérebro conhecida por estar envolvida no controle da atenção e com os processos de pensamento quando a pessoa se depara com ameaças potenciais.

Os resultados deverão incentivar novas pesquisas sobre como o cérebro é modificado pela prática da meditação.

"Embora tenhamos descoberto que os meditadores antecipam menos a dor e acham a dor menos desagradável, não está claro como exatamente o tempo de meditação muda as funções cerebrais para produzir esses efeitos," conclui o pesquisador.


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19 junho 2010

Dieta contra o Câncer

Raul Barcellos, falecido em março de 2003 com quase 90 anos, foi um médico carioca que passou metade da vida demonstrando clinicamente que os sintomas do câncer podem ser revertidos através de dieta, eliminação dos vermes, desintoxicação e recuperação da qualidade do sangue.

Um resumo do que ele explica: o câncer pode ser causado por uma série de fatores, genéticos ou adquiridos. Os genéticos se deveriam a um problema qualquer nos genes, unidades hereditárias situadas no cromossomo que determinam as características do indivíduo e que estão sendo estudadas agora. Os fatores adquiridos podem vir através da radiação (de todos os tipos, inclusive solar), da poluição química do ar, da água e do solo, dos campos eletromagnéticos à nossa volta, do stress que provoca excesso de oxidação no organismo, da comida, da bebida, das drogas - mas, principalmente, das lesões causadas pelos vermes que vivem muito tempo dentro do hospedeiro.

Existem basicamente quatro tipos de câncer: carcinomas, sarcomas, linfomas e leucemia. Carcinomas surgem na pele, nas membranas mucosas, nas glândulas e na maioria dos órgãos. Sarcomas surgem nos ossos, músculos e tecidos conectivos. Linfomas são a forma de câncer do sistema linfático. Leucemia é o câncer do sangue.

Dentro desses quatro tipos há mais de cem variedades de câncer. Mas todo câncer começa pequenininho. Uma turminha de células anormais escapa de ser vista e comida pelo sistema imunológico, e como células adoram se multiplicar, elas crescem formando um tecido anormal. Falta a elas a intervenção do sistema imunológico, e falta também uma parte do código genético que diz ao tecido quando ele deve parar de crescer.

Cada célula carrega dentro de si o código genético apropriado dentro de uma molécula minúscula chamada DNA, ou ácido desoxirribonucléico. Faz parte de sua natureza coletar nutrientes na corrente sangüínea de acordo com seu DNA, e entre esses nutrientes estão os aminoácidos que se agrupam em combinações diferentes para formar proteínas.

Todas as proteínas derivam de alguma combinação de aminoácidos. Sua principal função (mas não a única) é formar tecidos. Osso é tecido, sangue é tecido, cabelo é tecido, assim como pele, membrana mucosa, unha, músculo, tendão, nervo. A proteína forma a trama e os outros nutrientes a preenchem. O sangue vai passando com a matéria-prima e as células de cada tipo de tecido - inclusive do sangue e da linfa - vão recolhendo aquilo de que precisam para sua renovação, ao mesmo tempo que jogam de volta à corrente sangüínea aminoácidos e outras substâncias que estiverem sobrando, numa espécie de respiração celular.

No caso do câncer, segundo o dr. Barcellos, as células prejudicadas recolhem do sangue os aminoácidos errados. Por isso, só tem um jeito: impedir esses aminoácidos de estarem lá, através de uma dieta muito especializada. Começa aí a regressão do tumor. Ao mesmo tempo, a degeneração do tecido canceroso aumenta a descarga de resíduos tóxicos no sangue. Daí a importância que o dr.

Barcellos dá à desintoxicação.

Veja os alimentos cujas proteínas ele afirma que fazem crescer tumores:

- leite e derivados
- carnes de porco,
- lagosta, camarão
- feijão de qualquer tipo, ervilha, lentilha, grão-de-bico, vagem,feijão-verde, soja e seus subprodutos, broto de feijão
- batata-inglesa, batata-doce, batata-baroa (mandioquinha), cará, inhame, aipim/mandioca
(e farinha de mandioca)
- aveia, abacate
- castanha portuguesa
- vitamina C sintética

Sobre os vermes
A gente acha que só crianças e animais têm, o que é uma ilusão perigosa. Vermes entram no organismo o tempo todo através de mãos, água, beijos e alimentos contaminados. Se tiverem permissão para ficar, vão se reproduzindo, avançam pelas correntes sanguínea e linfática e alojam-se em centros vitais como coração, fígado, vesícula biliar, pâncreas, baço, olhos e cérebro, bem como no resto todo do corpo.

Podem produzir constipação, diarréia, gases, flatulência, síndrome do cólon irritável, dores musculares e articulares, problemas de pele, distúrbios do sono, fadiga crônica e quadros graves de convulsões, vertigens, cefaléias, pseudo-meningites, anemia profunda, gastrite crônica, gripes, resfriados, sinusites, alergias e disfunções imunológicas em geral.

Muitas doenças podem ser diagnosticadas equivocadamente quando o médico não conhece a sintomatologia das parasitoses.O dr. Barcellos ressalta a capacidade dos vermes em provocar lesões e deficiência nos vários tecidos do organismo, oferecendo ambiente propício à formação das neoplasias malignas.

Vermes destróem células mais rápido do que elas conseguem se regenerar; liberam toxinas que danificam os tecidos e as células, produzindo dores e inflamações; com o tempo deprimem e exaurem o sistema imunológico.

O dr. Barcellos destaca os helmintos cestóides (tênias solium, saginata e nana), as lombrigas (ascaris lumbricoides), o oxiúro vermicular e a triquina.

Uma cientista canadense, a Dra. Hulda Clark, afirma que 100% dos pacientes de câncer têm vermes, sobretudo um helminto trematódeo chamado fascíola (fasciolopsis buskii) que se aloja no fígado. Seu trabalho está em: www.drclark.com

Outras informações no Almanaque de Bichos que dão em Gente 


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Sonia Hirsch
 
Petrópolis, RJ, Brazil
Jornalista e escritora voltada para promoção da saúde




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14 junho 2010

A constante Mutação

“Não há o que mude, não há quem mude, pois só há o mudar”
I Ching

Ao observarmos o mundo a nossa volta e ao observamos o mundo profundamente no seu próprio interior, constatamos um fluir contínuo do qual nada escapa.

Este princípio está presente em tudo. Na natureza podemos observá-lo quando percebemos que nunca vemos as mesmas flores, mas sempre a Primavera.

Os fenômenos são incontáveis e distintos uns dos outros, porém regidos, em suas tendências de mudança, pelos mesmos e constantes princípios.

Quando percebemos o significado da mutação, não fixamos mais nossa atenção sobre o que é transitório e individual, mas sim, na imutável e eterna lei que atua em toda mutação. Essa lei é conhecida como Tao, o princípio Uno no interior da multiplicidade.
Para iniciarmos nossa jornada, é de imensa importância a compreensão do Tao. De acordo com Lau-Tzu: “O Tao que pode ser pronunciado não é o Tao eterno”. Mas o que isso quer nos dizer exatamente?

Para que a Lei Maior possa se manifestar é necessário uma ação, que chamamos de “Grande Princípio Primordial” em tudo que existe, em tudo que está manifesto. Este grande princípio, a viga mestra, é simbolizado por um círculo dividido em luz e sombra, o “t’ai chi”, ilustrando a maneira de como os dois princípios contém toda a criação e de que forma eles fluem um no outro e que há sempre sombra dentro da luz e luz dentro da sombra.
O importante em tudo isso é que há uma relação universal e harmônica entre o macrocosmo e o microcosmo. Nós somos o microcosmo, refletimos em nós todas as leis, não somos indivíduos isolados, mas o resultado da união do Céu com a Terra, Luz e Sombra.

A vida é um contínuo movimento de relações, e só quando compreendermos essas relações como um todo e não fragmentariamente, poderemos resolver os problemas individuais. Por “problemas” entendo as dificuldades que enfrentamos diariamente, por exemplo: a falta de compreensão, as inumeráveis dúvidas e questões, os desequilíbrios, a luta constante para nos ajustarmos a um padrão de crença, as normas sociais, e outros.
A partir dessas dificuldades, fizemos de nossa vida interior uma coisa separada. Cansados da nossa vida mundana, com seus horrores e brutalidades, tratamos de evadir-nos, e estabelecemos dentro em nós uma “vida espiritual”.

Não podemos estabelecer para nós mesmos uma vida espiritual sem termos, primeiramente, liberdade! Porque o que quer que façamos, nenhuma possibilidade temos de alcançar ou compreender o Tao, se não estivermos livres da luta exterior e interior de cada dia, ou seja, da dor, do sofrimento, da avidez, da ambição.

Essa separação entre a vida mundana e vida espiritual se tornou um grande problema para a verdadeira liberdade. Como disse, a vida é um movimento de relações, não só com pessoas, mas com tudo, com a natureza, dinheiro, ideias, etc.

A distorção está no fato que estamos buscando algo que seja eterno. Apesar de termos constatado que tudo é constante mutação, isso acontece porque não estamos vendo a Vida.
Nunca olhamos para a nossa própria vida, como um enorme movimento de grande profundidade e vastidão. Nunca vemos o mundo como um todo, porque somos muitos fragmentados, extremamente limitados. Nunca temos o sentido do Tao, em que as coisas do mar, da terra, da natureza, do céu, do universo fazem parte de nós.

Não adianta ver através da imaginação, isso não vai ajudar. Temos que ver aqui e agora, e precisamos de grande humildade para isso.
No final, nada pode ser feito a não ser estarmos preparados, receptivos à Vida, ao Grande Tao, assim como alguém que ama o vento deixa a janela aberta para que ele possa entrar. Este movimento é natural, deve surgir espontaneamente. Lembre-se, a mutação não vai incidir sobre você ou sobre qualquer coisa, porque, não há o que mudar, não há quem mudar, pois, só há a constante mutação.
 
Karina Paitach
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Publicado no Jornal Alumiar

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02 junho 2010

Código Florestal

WWF Brasil - WWF-Brasil apoia ação do Greenpeace em defesa do Código Florestal

O Código Florestal, conjunto de leis brasileiras de proteção ao meio ambiente, pede socorro e precisa da sua ajuda. O deputado federal Aldo Rebelo, relator do projeto que modifica o Código, pretende colocar a matéria em votação ainda este ano, sem que a sociedade discuta o assunto com a devida profundidade. Isso não pode acontecer.

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